As 12 perguntas que dimensionam um problema de processo antes de gastar CAPEX
Comprar máquina nova é a resposta cara para um problema que quase nunca é de máquina. O protocolo que usamos para dimensionar a causa antes de dimensionar o investimento.
Toda vez que uma linha não entrega a capacidade prometida, existe uma tentação previsível: comprar mais capacidade. Uma máquina a mais, um turno a mais, um investimento que "resolve de vez". Na maioria dos casos que diagnosticamos, o gargalo não estava na capacidade instalada — estava em variabilidade, setup, qualidade de primeira passada ou fluxo. E esses não se compram; se corrigem.
O problema é que dimensionar a causa real exige as perguntas certas, na ordem certa, antes de qualquer decisão de investimento. Abaixo está o protocolo que aplicamos — as primeiras perguntas abertas, e o protocolo completo de 12 na versão integral.
1. O gargalo é de capacidade ou de estabilidade?
Uma linha que produz 100 peças/hora quando estável e 60 quando não, não tem problema de capacidade — tem problema de estabilidade. A pergunta separa o investimento (mais máquina) do trabalho de engenharia (menos variação). Confundir os dois é o erro de CAPEX mais comum que vemos.
2. Qual é a capacidade real versus a nominal?
Capacidade de catálogo assume condições ideais. A pergunta que importa é quanto a linha entrega no mundo real, descontando setup, refugo, retrabalho e microparadas — o OEE honesto, não o do relatório.
Conteúdo premium
Continue lendo o conteúdo completo
O restante de “As 12 perguntas que dimensionam um problema de processo antes de gastar CAPEX” — com o protocolo completo, a planilha de levantamento e os critérios de decisão — faz parte da versão paga. Compra única, acesso imediato.
Checkout em configuração — deixe seu contato pelo diagnóstico.
