Consultoria de engenharia
aplicada à transformação industrial

Falta de capacidade, refugo e parada de linha têm causa técnica.Nós a encontramos, e atuamos nela.

Capacidade, estabilidade, fluxo, qualidade e custo não melhoram por acaso. A FX identifica as variáveis que determinam o resultado e atua sobre elas com engenharia, método, dados e tecnologia.

Atendemos todo o Brasil a partir de Joinville, Santa Catarina.

Nó de convergência: 4 variáveis X determinando Y · PERFORMANCEDiagrama do princípio Y igual a f de X: as variáveis X₁ capacidade, X₂ variabilidade, X₃ fluxo, X₄ dados convergem num único ponto e determinam y performance.X₁ · CAPACIDADEX₂ · VARIABILIDADEX₃ · FLUXOX₄ · DADOSY · PERFORMANCEY = f(X)
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29+
anos dentro da indústria
Black Belt
certificação Lean Six Sigma
ERP e MES
implantados em chão de fábrica
28
profissionais formados por nós em Lean Six Sigma

Organizações atendidas

  • Motores e automação

  • Equipamentos para avicultura

  • Ensino superior

Como começa

O que acontece depois que você entra em contato

Sem proposta de 40 páginas, sem reunião para marcar reunião, sem intermediário comercial. E você escolhe o tamanho do primeiro passo.

01Você

Escolhe entre uma conversa de 15 minutos e uma proposta

Se ainda está entendendo o problema, peça a conversa: são 15 minutos, sem custo e sem compromisso. Depois, cinco campos sobre a operação. Leva cerca de três minutos, e não precisa preparar dado nenhum antes.
02Nós

Um dos três sócios lê e responde

Quem responde é engenheiro, pelo seu e-mail, em até 48h. Não há atendente, não há script comercial, e o seu contato não é repassado para ninguém.
03Juntos

Só então se fala em projeto

Se fizer sentido para os dois lados, o passo seguinte é o Diagnóstico Sistêmico, com escopo fechado e dimensionado no primeiro contato. Se não fizer, a conversa termina aí sem custo.

O problema que resolvemos

Problemas crônicos que nenhuma iniciativa resolveu de vez

Se a sua operação convive com algum destes padrões, o problema provavelmente não é falta de ferramenta. É que as variáveis que governam o resultado ainda não foram identificadas.

01Capacidade

Gargalo crônico de capacidade

OEE alto. Hora extra recorrente. WIP crescente entre etapas. CAPEX entrando na conversa.

A restrição é realmente capacidade instalada?

02Estabilidade

Qualidade instável

Refugo oscila sem explicação fechada. Parâmetros ajustados a cada turno. Cada mês, uma causa diferente.

O processo é incapaz ou é instável? São problemas diferentes, com soluções diferentes.

03Sustentação

Lean que perdeu força

Kaizen e 5S começaram bem. Meses depois, quadros desatualizados e processo de volta ao que era.

A melhoria foi projetada como evento ou como sistema?

04Decisão

Dados que ninguém usa

Apontamento, refugo, parada, OEE: tudo é coletado. A decisão continua saindo de experiência e urgência.

Está se digitalizando decisão, ou apenas coleta?

Por que a maioria falha

“Já tentamos consultoria antes e não funcionou.”

A desconfiança faz sentido. Iniciativas de melhoria costumam entregar resultado inicial e perder desempenho depois. O ponto de falha é específico: a sustentação, não o diagnóstico. O consultor aplica a ferramenta, entrega o relatório, vai embora. Três meses depois, o processo voltou ao que era.

O problema não é o Lean, nem o Six Sigma. É entregar método sem ficar para comprovar que o resultado sustenta.

No nosso método, a sustentação não é suporte pós-venda opcional. É parte do escopo. O trabalho não termina quando o processo volta a funcionar: termina quando fica comprovado que vai continuar funcionando.
Conhecer o Método FX

Como trabalhamos

Y = f(X)

Todo resultado industrial (Y), capacidade, qualidade, custo e produtividade, é função das variáveis que compõem o sistema (X). O Método FX identifica quais variáveis realmente governam o resultado que importa, e as transforma com método.

Nó de convergência: 4 variáveis X determinando Y · PERFORMANCEDiagrama do princípio Y igual a f de X: as variáveis X₁ capacidade, X₂ variabilidade, X₃ fluxo, X₄ dados convergem num único ponto e determinam y performance.X₁ · CAPACIDADEX₂ · VARIABILIDADEX₃ · FLUXOX₄ · DADOSY · PERFORMANCEY = f(X)
  1. 01

    Diagnóstico do sistema

    Mapeamento técnico do processo produtivo: dados, fluxo, gargalos e pontos de perda. Como o sistema realmente opera, e não levantamento de sintomas.

  2. 02

    Identificação das variáveis críticas

    Quais fatores (X) determinam a performance (Y) observada. Capabilidade, CEP e engenharia da qualidade separam causa raiz de sintoma.

  3. 03

    Priorização sistêmica

    As iniciativas com maior impacto por esforço, olhando o sistema inteiro. Teoria das Restrições: atacar a restrição que governa o sistema.

  4. 04

    Execução estruturada

    Implementação integrada de engenharia e método (Six Sigma, Lean, WCM), com o time do cliente dentro do projeto, não assistindo de fora.

  5. 05

    Sustentação e governança

    Rotinas e indicadores que garantem que o resultado não regride depois que saímos de campo. Parte contratual do escopo, não pós-venda opcional.

Por onde começar

Duas ofertas, uma sequência

01Porta de entrada

Diagnóstico Sistêmico de Performance Industrial

Mapa técnico do seu sistema produtivo: variáveis críticas, gargalos, perdas, indicadores e riscos, com um plano de intervenção priorizado por impacto.

O que não entra: a execução das intervenções, que é escopo do Programa, contratado depois.

Você sabe qual variável governa o seu resultado, ou sabe onde dói?

02Execução

Programa de Aumento de Capacidade e Estabilidade de Processo

Análise de fluxo, gargalos, capabilidade, variabilidade, balanceamento e restrições, com plano técnico e execução assistida até a sustentação.

O que não entra: promessa de resultado garantido antes do diagnóstico. Cada escopo é próprio.

A capacidade que falta exige ativo novo, ou exige o ativo atual funcionando?

Método aplicado, resultado documentado

Case: indústria de componentes em poliuretano

Colapso dimensional por encolhimento em peça de poliuretano. A produção estava parada havia mais de três semanas quando a FX foi acionada.

3+ semanas
Produção parada por colapso dimensional em peça de PU
1 semana
Para diagnóstico e contenção do problema
3 meses
Para a solução definitiva, com rotina que impede a recorrência

Mapa de raciocínio

  1. 01Fenômeno

    Peça de PU fora de especificação dimensional.

  2. 02Sistema

    Mapeamento do processo produtivo.

  3. 03Variáveis

    Os X levantados para investigação, em categoria: matéria-prima, parâmetros de processo, condição de equipamento, método.

  4. 04Separação

    Quais governavam o Y, quais eram ruído.

  5. 05Contenção

    Produção retomada dentro de especificação.

  6. 06Solução

    Processo redesenhado, modo de falha eliminado.

  7. 07Sustentação

    Rotina de controle que comprova não-recorrência.

Prazos específicos deste projeto, não promessa de prazo padrão. Cada diagnóstico dimensiona o próprio escopo.

Quem executa

Três especialidades que se completam

Fernando Henrique Branco

Engenharia Industrial · Excelência Operacional · Estratégia Industrial

Jorge Luis Fagundes Dias

Lean Six Sigma Black Belt · P&D e Engenharia de Processos · Estabilidade de Processo

Luiz Ricardo Wensing de Espíndola

Indústria 4.0 e MES · Engenharia de Processos · Gestão de Projetos

Antes de falar com a gente

Nem toda operação precisa de um diagnóstico sistêmico

01É para você se

A causa ainda não foi fechada

  • Operação complexa e multietapas, com processo que atravessa várias transformações
  • Problema crônico de capacidade ou qualidade que já resistiu a mais de uma tentativa
  • Lean, Six Sigma ou tecnologia já tentados, sem sustentar o resultado
  • A fábrica gera dado operacional que hoje não orienta decisão
02Não é para você se

O que você procura é outra coisa

  • Você procura treinamento ou curso. A FX entrega projeto aplicado, não capacitação em sala
  • Você quer implantar uma tecnologia já decidida sem diagnóstico prévio
  • Você espera promessa de resultado garantido antes de qualquer análise

Biblioteca

Engenharia de processo aplicada

Ferramentas explicadas do conceito ao caso-limite, artigos sobre por que problemas crônicos resistem e materiais prontos para aplicar. Escritos e assinados pelos três engenheiros que atendem.

Ferramenta

OEE (Eficiência Global do Equipamento)

Combina disponibilidade, performance e qualidade num número só. O que ele mede depende do denominador, e dois OEE não se comparam sem a definição junto.

19 min · assinado · citável em ABNT

Ferramenta

SMED (troca rápida de ferramenta)

Método de redução do tempo de setup que separa o que exige a máquina parada do que não exige. O ganho maior vem da separação, não da engenharia de fixação.

20 min · assinado · citável em ABNT

O diagnóstico revela onde agir. O método transforma melhoria em sistema.

Comece pelo tamanho que fizer sentido: uma conversa de 15 minutos, sem custo e sem compromisso, ou direto a proposta de diagnóstico. Um dos sócios analisa e responde diretamente, sem script comercial e sem repasse.